Fazer por Viver e Conviver

Crescemos, constituímos família e começamos a enfrentar uma vida nova, de um momento para outro, com a realização da nova união.
Enfrentamos problemas de relacionamento com o novo companheiro ou companheira, as dificuldades com a manutenção do lar e suas despesas. Outras vezes, a perda do emprego e a falta do dinheiro nos levam a atitudes de desespero, começamos com a perda do equilíbrio e, muitas vezes, passamos a ofender as pessoas que se propuseram a conviver conosco nesta nova jornada física. Iniciam-se as brigas, até agravarem, nos levando a uma separação prematura, provocando novos problemas para o futuro.

No casamento é preciso muita paciência, humildade, compreensão e ajuda, entre os dois, para poder superar as crises, seja de relacionamento ou financeira. Somente com o passar dos anos, é que vamos colher o fruto desse novo relacionamento.
Infelizmente, os vícios alcoólicos ou outros tipos de drogas passam a fazer parte do nosso lar por imprudência de cada um dos seus participantes. Quantos lares, por dia, não sofrem agressões ao companheiro ou filhos por falta de um conceito moral mais rígido em todos os pontos de vista?
Disciplina não quer dizer violência sobre a liberdade, mas sim, pacificidade, harmonia, tranqüilidade e bem estar com o próximo, seja ele companheiro, filhos, pais ou parentes.
Temos que manter uma disciplina, principalmente, sobre nossos próprios atos como o Mestre já nos alertou: “vigiai a si mesmo”.
Num fim do dia de trabalho, ao chegarmos em nosso lar, mesmo cansados, podemos encontrar o nosso companheiro ou companheira tranqüilo pelo dever cumprido sem revolta ou raiva sobre qualquer assunto para podermos refazer nossas forças para o próximo dia.
Temos que buscar a fé, a oração à Deus, parar e procurar respeitar os limites de cada um como ser humano e não como uma propriedade sobre nosso domínio. Somente o tempo se encarrega de nos mostrar os bons frutos de uma convivência positiva e, em vez de exigirmos, vamos dar o exemplo, para que aqueles que convivem conosco, possam compreender pela observação e convivência real dos fatos vividos.
Quantos lares são destruídos pela imprudência, ambição, vaidade, egoísmo e outra futilidade que a vida nos apresenta como normal?
Se libertem dessas amarras dos vícios, sejam pessoas livres pelo pensamento e atitudes, buscando a felicidade e a paz que só cabe a nós.
Vivam pelo prazer de viver, e não como vegetais, pois a desilusão será bem maior.
Ao desencarnarmos, vamos ver quanto tempo perdemos e não poderemos voltar no tempo. Temos que seguir em frente e aguardar uma nova oportunidade de vida física para reaprendermos, novamente, as lições.
Meditem se vocês são realmente felizes e o que se pode fazer para melhorar.

Sobre Vanderlei

Deixo estas mensagens para efeito de meditação, esperando que encontre a sua paz de espírito tão desejada.
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