Pensamentos para Reflexão – Parte 1781

Somente o conhecimento profundo da filosofia espírita por intermédio dos livros espirituais, é que realmente poderá reduzir a interferência anímica do médium nas comunicações mediúnicas, ajudando-o a eliminar gradativamente os vícios, as imitações, os excessos de palavras por um longo tempo indesejável no intercâmbio sensato com os desencarnados.
É o médium, que é um intermediário dos ensinamentos e roteiros do mundo espiritual para os encarnados, ele não pode deixar do estudo doutrinário, da pesquisa mediúnica e da cultura do mundo em que vive, mesmo que alegue que também age com boa intenção, pois tem que buscar os conhecimentos seguros e sensatos, para não se produzirem prejuízos irreparáveis à fé à confiança do próximo.

Muitos médiuns mudam incessantemente de centro espírita para centro espírita, por muitos anos, estão sempre insatisfeitos e à procura de “correntes espirituais afins”, de “bons trabalhos” ou “reuniões elevadas”, onde possam obter o máximo rendimento pelo mínimo esforço.
No entanto, muitos desses médiuns incultos e inquietos esquecem-se de que, ao participarem das melhores correntes e dos melhores trabalhos espirituais, algumas vezes eles também terminam por desarmonizar os trabalhos mediúnicos dos seus companheiros.
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Pensamentos para Reflexão – Parte 1780

O Mestre JESUS herdou do seu pai as linhas firmes e energéticas, que lhe davam o aspecto viril; no entanto, através daquela energia e masculinidade, transparecia a beleza radiosa de Maria, cujas feições delicadas, semblante sereno e profundamente místico, justificavam a fama de ser a mais linda esposa da Galileia.
A sabedoria dos mentores superiores reuniu a energia e a sensatez de José à bondade e à beleza de Maria, que transparecia na figura atraente do Mestre JESUS, acendendo a chama do Amor nos corações de muitas mulheres desavisadas da missão grandiosa do sublime nazareno.

O Mestre JESUS, além da simpatia que irradiava, era um moço extremamente belo, cujo andar denunciava a sua majestade angélica, pois havia em seu conjunto físico uma elegância dos céus.
Tudo nele emocionava; a sua palavra era uma esperança para quem o ouvia, pois a graça e a ternura feminina tinha-se conjugado à virilidade masculina.
E a beleza do Anjo confundia-se com a grandeza do sábio.

JESUS tinha os cabelos de um louro amendoado, formando os tradicionais cachos que lhe caíam pelos ombros, aos costumes dos nazarenos.
Nas tardes de céu límpido, os raios de sol confundiam com seus cabelos, cuja cor de amêndoa parecia chamejante, emitindo reflexos dourados, e punha em destaque a beleza angélica de seus traços fisionômicos.
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Pensamentos para Reflexão – Parte 1779

Quando os candidatos a médiuns têm a sorte de se colocar sob a direção de outros médiuns estudiosos, sensatos e contrários às fórmulas, aos símbolos, ao fraseado pomposo, eles também desenvolvem sua faculdade sem as influências anímicas que tanto obscurecem ou ridicularizam a prática mediúnica.
Há médium que, devido ao estudo incessante dos livros espirituais e indagações esclarecedoras, progridem tão rapidamente no primeiro ano do seu exercício mediúnico, que ultrapassam em conhecimento e experiências aquilo que os seus companheiros comodistas, preguiçosos, displicentes ou sectaristas não conseguem em vinte anos de trabalho mediúnico.

Existem médiuns que não se dedicam as leituras espirituais e vivem repetindo as comunicações cansativas, usando as velhas palavras sentenciosas de sempre, enquanto permanece vazio de qualquer proveito espiritual o contrário do que transmitem.
Muitos pensam que o desenvolvimento mediúnico se resume na exclusiva operação de “receber” espíritos desencarnados, eles se habituam ao mesmo vício mediúnico usado há vários anos, enquanto ficam cristalizados num animismo improdutivo, que impede os mentores espirituais de expor qualquer assunto novo aos encarnados, pela impossibilidade de atravessarem o paredão de pedra de um condicionamento tão pobre de recursos intelectuais e de conhecimentos espirituais.
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Pensamentos para Reflexão – Parte 1778

JESUS tinha uma fisionomia atraente e de uma expressão ao mesmo tempo meiga e enérgica, suave e séria, cujos lábios angélicos bem recortados, mal escondiam o potencial de um Gênio.
Seus olhos eram claros, afetuosos e sumamente ternos, mas sempre dominados por uma expressão grave e melancólica; emitiam fulgores às vezes inesperados, quando ele parecia ligar-se subitamente às potências superiores.
Seus olhos então se tornavam quase febris, de um brilho ardente de energia moral.
Era o olhar do Anjo censurando a maldade e o cinismo dos espíritos satânicos, que tentavam subverter a vida humana, atuando no plano espiritual inferior ou trevas.
No entanto, esse tom enérgico de censura espiritual severa, jamais desapareceria do seu semblante a expressão de serenidade e de imensa piedade pelos seres humanos.

A sabedoria e o Amor de JESUS refletiam nele na mais pura harmonia.
Diante do insulto, do sarcasmo ou da crueldade, seus olhos revelavam uma Divina paciência e severidade.
O sábio cedia seu lugar ao Anjo apiedado da ignorância humana.
Quantas vezes o ser humano zombava e ironizava a aparente ingenuidade da filosofia de JESUS, mas não conseguia suportar o seu olhar de compaixão, repleto de ternura e piedade para com aquele que não podia compreendê-lo.
Seu olhar era uma doçura que queimava a consciência dos sarcásticos, pois sentiam descobertos no íntimo de seu espírito todos seus erros.
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Pensamentos para Reflexão – Parte 1777

O médium já identificado com os seus deveres mediúnicos jamais se considera com os mesmos direitos à vida simples do cidadão comum, que vive preocupado em nutrir-se, vestir, dormir, procriar e fugir desesperado da morte física.
O serviço mediúnico, útil e amoroso, exige o abandono de todos os vícios, paixões e frivolidades do mundo provisório em que vivemos, porque seu objetivo é transmitir os valores do mundo do Cristo.
É muito raro o médium atender com êxito e ao mesmo tempo ao mundo material e espiritual que são mundos de natureza tão diferentes, pois o mundo do Cristo é sem as ilusões e fantasias da personalidade humana.
O mundo do Cristo requer a simplicidade, a renúncia, a decência, a honestidade, o pensamento casto e os sentimentos voltados ao próximo, que constituem o temperamento espiritual do espírito superior.

Alguns mentores espirituais costumam preparar seus médiuns com certa antecipação, quando desejam transmitir mensagens de importância para o público, ou endereçada há alguém de sua estima.
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