Pensamentos para Reflexão – Parte 1620

A Luz Sideral, como essência íntima de DEUS, se faz presente no seio de todas as coisas e criaturas.
E em certos casos, a sua frequência, por determinação superior, pode ser ajustada ao tipo humano, em condições de gerar curas e fenômenos surpreendentes, considerados como verdadeiros milagres.
A Luz Sideral, sendo a fonte da vida de todos os seres, não só extingue os vírus pelo seu efeito esterilizante, como também purifica a aura magnética dos ambientes.
E tanto nutre a pulsação etérica do anjo, como sustenta o equilíbrio vital do sangue em todos os seres até ao homem.

Os espíritos e os médiuns que possuem a faculdade de mobilizarem alguma vibração de luz sideral terapêutica estão aptos a fazerem operações cirúrgicas com êxito.
Sob tal recurso, à materialização e desmaterialização atômica torna-se possível aos desencarnados, uma vez que a “liga” ou a base das formas materiais e astrais do mundo físico ou oculto é combustível energético da própria Luz Sideral.

Em geral os seres humanos ainda encaram a morte física como se DEUS tivesse cometido alguma falha no sistema da Criação.
A morte física parece um equívoco Divino, pois ninguém se conforma de morrer ou de perder os seus familiares.
Do lado do cadáver do ente querido chovem as queixas e os desesperos inconformáveis devidos à ignorância humana a respeito dos verdadeiros objetivos da vida espiritual.

Para o espírito já marcado para desencarnar, o seu corpo esfrangalhado e submetido às dores mais terríveis, pouco lhe adianta fazerem-no respirar mais alguns dias à custa de injeções, vitaminas, tônicos cardíacos, soros vitalizantes ou excitadores da respiração artificial de oxigênio.
Geralmente nesse estado de imobilidade física, desvitalizada e desenganada da vida humana, o espírito só tem um desejo: desencarnar!
Quando a família usa de recursos artificiais, no sentido de prolongar a agonia do moribundo, é uma espécie de tortura, que leva o espírito, depois de liberto, a lamentar profundamente esse equívoco de seus familiares.

O cadáver quando se desintegra no seio da terra, sob a ação profilática da fauna microbiana dos túmulos, apenas devolve à natureza as energias e as substâncias que o espírito tomou provisoriamente para se manifestar-se no plano material das formas transitórias.
Depois do espírito se servir dos elementos físicos do mundo na confecção do seu traje físico para desenvolvimento da sua consciência espiritual, ele fica obrigado a devolver ao seu verdadeiro “dono” o vestuário que usou por empréstimo.

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