Pensamentos para Reflexão – Parte 1623

Quando temos a certeza que o nosso espírito é imortal e a sua verdadeira moradia é nos planos da espiritualidade, temos que reconhecer que todo moribundo é um espírito eterno, que se despede para retornar ao seu lar definitivo.
Deste modo vamos evitar a drama fúnebre dessa partida derradeira.
E a atitude mais certa é a confiança serena em DEUS e a mobilização dos melhores sentimentos em favor do que parte.
E não a inconformação trágica que perturba todo o ambiente espiritual, e que impede a sua desencarnação mais suave e tranquila.

Quando um ente querido se encontra com alguma doença ou em um estado moribundo, é importante que os familiares mantenham um clima de confiança, de bons sentimentos, preces afetuosas e compreensão espiritual, em vez dos gritos aflitivos ou das ladainhas movidas apenas pelos lábios, é óbvio que os espíritos desencarnados terão melhor campo vibratório positivo para produzir a cura inesperada, se assim for à vontade do plano espiritual superior.
O ambiente denso e negativo é mais difícil de socorrer o moribundo mergulhado num oceano de fluidos mortificantes e ainda preso aos campos magnéticos, alimentados pelos desesperos e pela turbulência dos familiares inconformados.

O espiritismo é a doutrina mais própria para o aprimoramento espiritual do cidadão moderno.
Os seus ensinamentos são compreensíveis a todos os seres humanos e ajustam-se perfeitamente às tendências especulativas e ao progresso científico dos tempos atuais.
É o Consolador da humanidade prometido por JESUS.
O espiritismo tem a missão de incentivar e disciplinar a mediunidade, estimulando os seres humanos pelas vozes dos espíritos as lutas pela sua evolução moral.
Assim através de médiuns, os espíritos sábios, benfeitores e angélicos, ensinam as coisas sublimes do “espírito santo”, conforme o conceito do evangelho.

A maior parte dos espíritos que compõem a humanidade celestial jamais conheceu o espiritismo e ainda provieram de outras doutrinas religiosas, como Hermetismo, Confucionismo, Budismo, Judaísmo, Islamismo, Hinduísmo, Catolicismo e outras seitas reformistas.
Aliás, algumas dessas religiões nem ouviram falar de JESUS, o sintetizador que resumiu os ensinamentos de todos os antecessores.
Desde o início da civilização humana, os espíritos evoluíram independentemente de quaisquer doutrinas, seitas ou religiões.
O caminho da “salvação” é feito pela ação a favor do bem e não pela crença do adepto.
Por isso que JESUS constituiu o Evangelho e seus códigos morais e espirituais, sem nenhum tipo de ritualismo ou liturgia.

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