Pensamentos para Reflexão – Parte 1624

O espiritismo é doutrina mais compatível com a mente moderna, porque não cultua adornos inúteis; complexidades doutrinárias, posturas fatigantes ou “tabus” religiosos.
Os seus ensinamentos são simples e diretos, sem cansar os discípulos ou fazê-los perder precioso tempo na busca da Verdade.
A hora profética dos “Tempos Chegados”, já não comporta doutrinas ou religiões subordinadas a símbolos, ritos, superstições e alegorias dogmáticas de caráter especulativo.

O espiritismo é a generalização e o esclarecimento das atividades do mundo oculto para as massas comuns, na forma de regras simples e atraentes, proporcionando a iniciação espiritual à “Luz do dia” de modo claro e objetivo, sem terminologias dificultosas ou linguagem iniciática, pois aprende o sábio e o ser humano comum, o velho e a criança.
Os seus fundamentos doutrinários são a crença em DEUS, a reencarnação e a Lei do Carma, constituindo processos e ensejos para o aperfeiçoamento do espírito imortal.

As raízes doutrinárias do espiritismo fundem-se com o conhecimento da filosofia espiritual de todos os povos da Terra, sobre a Reencarnação e a Lei do Carma.
O fenômeno mediúnico é um acontecimento comprovado por todos os povos e civilizações como as da Atlântida, Lemúria, China, Hebréia, Egito, Pérsia, Caldéia, Cartago, Assíria, Grécia, Babilônia, Índia, Germânia e Arábia.

O espiritismo abriu as portas dos templos secretos, eliminou a terminologia complexa e o vocabulário simbólico das práticas iniciáticas, transferindo o conhecimento espiritual diretamente para o povo através de regras e princípios sensatos para o progresso humano.
Divulgando o conhecimento milenário sobre a Lei do Carma e a reencarnação, demonstrou ao ser humano a sua grave responsabilidade pessoal na colheita dos frutos bons ou maus da sementeira da vida passada.

O espiritismo eliminou a ideia absurda do inferno que estimulava virtudes por meio de ameaças de sofrimentos eternos, mas advertiu que mais salva o ser humano é pelas suas obras do que por sua crença.
Esclareceu que ninguém consegue o perdão dos seus pecados na hora extrema da morte, através de sacerdotes, pastores, ou mestres que se dizem procuradores Divinos.
O céu e o inferno são estados de espíritos decorrentes de viver no caminho do bem ou do mal.
Em verdade, o próprio ser humano é o responsável pela sua glória ou falência, usando seu livre arbítrio ele busca a Luz ou as trevas.

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