Pensamentos para Reflexão – Parte 1634

O espiritismo surgiu no momento exato de maturidade científica e receptividade psíquica do ser humano atual.
Os seus ensinamentos simples e práticos orientam o ser humano na dificuldade da vida e no intercâmbio com as demais criaturas.
O cenário aberto do mundo substitui os tradicionais rituais dos templos iniciáticos.
As práticas esotéricas de hoje compreendem a resignação, paciência, renúncia, bondade, tolerância ou humildade, que devem ser exercidas desde o lar, às filas de ônibus, aos divertimentos, às reuniões sociais, no trabalho, no esporte e até nos estabelecimentos escolares.
O espiritismo, no século atual, abriu as portas do mundo oculto para todos os cidadãos do nosso planeta Terra.

O espiritismo tem sua base principal na comunicação dos espíritos.
Mas sabemos que essa comunicação sempre existiu e é tão antiga quanto o mundo.
O próprio Moisés proibiu o intercâmbio do povo hebreu com os mortos, é porque isso era razoavelmente possível.
Mas só depois da chegada do espiritismo é que realmente surgiu um sistema organizado competente, filosófico, religioso e cientifico, com o intuito de disciplinar e controlar as experiências com os desencarnados.
Os espíritos esclareceram os seres humanos, e além de comprovarem a sua imortalidade, ainda ofereceram diretrizes para o melhor comportamento do ser humano no intercâmbio com os espíritos.
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Pensamentos para Reflexão – Parte 1633

Existem épocas apropriadas para a revelação de cada sistema religioso e doutrinário de cunho espiritual.
Evidentemente, a diferenças nas mensagens reveladas por Moisés, JESUS e pelo próprio Kardec.
O conceito e o ensinamento de cada uma dessas mensagens variam de conformidade com a psicologia, o entendimento, os costumes e a cultura espiritual dos povos na época de sua revelação.
O plano superior não costuma violar a imaturidade espiritual dos seres humanos no seu aprendizado planetário, mas gradua-lhe as revelações do Espírito Imortal de acordo com a capacidade de sua assimilação e discernimento.

O Jeová intransigente e feroz revelado por Moisés, nada tem de comum com a ternura do “Pai” amoroso manifestado por JESUS, assim como a mensagem espírita de Kardec já não faz ameaças com as penas do inferno, porém, desperta a consciência do ser humano quanto às suas obrigações espirituais e as consequências morais através da Lei do Carma.
Deste modo, as preocupações sacerdotais, as graças e os favores divinos concedidos à última hora aos pecadores arrependidos, perderam sua força e significação, em face do ensino espírita, que adverte da responsabilidade pessoal de cada criatura na construção do seu bom ou mau destino.
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Pensamentos para Reflexão – Parte 1632

O planeta Terra requer fazer o expurgo dos espíritos malfeitores, para favorecer o progresso mais breve dos espíritos bem intencionados.
Os esquerdistas do Cristo, são os espíritos que não obedeceram aos Dez Mandamentos de Moisés, não aceitaram ao Evangelho de JESUS, nem levam a sério o Espiritismo de Kardec e outros movimentos espiritualistas benfeitores.
Ainda são indiferentes à sua própria evolução espiritual, preocupados somente com os seus interesses inferiores e paixões animais.
Em consequência, não se modificam com as ameaças de Moisés, não vibraram com o convite de JESUS, nem se interessam pelos esclarecimentos do Espiritismo sobre as obrigações morais do espírito eterno.

O espiritismo é principalmente um movimento de solidariedade fraterna entre todos os seres humanos.
Também não é uma doutrina separativista, nem conceitos religiosos à superfície do espírito imortal.
O espiritismo pode unir em espírito todos os credos e religiões, porque também firmam suas doutrinas e conceitos na realidade imortal.
Mas é insensato a mistura heterogênea de práticas, dogmas, princípios e composturas devocionais diferentes entre si, para constituir outro movimento espiritualista excêntrico.
A doutrina espírita caminha para o mentalismo desse milênio que estamos vivendo, porque é livre de quaisquer dogmas, fórmulas, liturgias, idolatrias, fetiches ainda tão comuns nas atividades religiosas do nosso planeta.
Sua missão é libertar o espírito e não prendê-lo ainda mais às fórmulas e superstições do plano físico transitório.
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Pensamentos para Reflexão – Parte 1631

Moisés revelou à humanidade a Lei da Justiça, JESUS a Lei do Amor e Allan Kardec a Lei do Dever.
Kardec foi à inteligência e o bom senso codificando a mensagem de libertação espiritual do ser humano, através do conhecimento de si mesmo.
Cada uma dessas revelações marca um ciclo evolutivo de amplitude universal na face do nosso planeta, embora continuem a existir inúmeros credos e doutrinas ensinadas por outros reveladores menores de acordo ao temperamento, tradições e costumes de certos povos.

A evolução ou elevação angélica não se faz aos saltos, mas os espíritos encarnados submetem-se às diversas etapas de graduação espiritual, assim como as crianças só obedecem pela ameaça do castigo, os moços são mais abertos a sugestões e os velhos mais compenetrados de seus deveres.
Os mesmos espíritos que foram freados em seus instintos pela lei civil instituída por Moisés e a Lei Divina dos Dez Mandamentos, em futura encarnação vibraram favoravelmente com a revelação do Evangelho, e atualmente estão envolvidos com a terceira Revelação que é o espiritismo, coordenado pelos próprios espíritos.
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Pensamentos para Reflexão – Parte 1630

A primeira revelação a cargo de Moisés foi severa ameaça para tolher a ferocidade humana, advertindo a humanidade dos castigos infernais que deveriam punir a rebeldia contra os Dez Mandamentos.
A humanidade, ainda bastante escravizada aos instintos inferiores, não poderia modificar-se através de conselhos e sugestões pacíficas.
Por isso, a mensagem severa de Moisés expunha os rigores da Justiça Divina, advertindo os seres humanos para pensarem demoradamente no castigo, antes de pecar.

A cada revelação espiritual identifica-se num sentido educativo do espírito do ser humano e no modo de conduzi-lo à realidade da vida eterna.
A primeira revelação foi uma forma de despertar o espírito para suas realidades espirituais, através do temor e da ameaça.
A segunda revelação foi um convite celestial, sob o conceito da renúncia e do Amor.
A terceira revelação é o despertamento mental para o ser humano alcançar o “éden”, na construção do seu destino.
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