Pensamentos para Reflexão – Parte 1740

Quando José pai de JESUS faleceu, vítima de um ataque cardíaco, JESUS se encontrava com vinte e três anos, Maria assumiu definitivamente a direção do lar e manteve junto de si, os seus filhos menores, enquanto seu filho José atingia vinte anos, ajudando por Tiago, com onze anos, se devotavam aos serviços de carpintaria herdada do pai.
Efrain, com vinte e dois anos, demonstrando desde cedo um espírito especulador, pertinaz e ambicioso, já se fazia intermediário em alguns negócios de fornecimento de alimentos e suprimentos para os grandes negociantes hebreus e fornecedores dos romanos.
Andreia prestava alguns serviços aos vizinhos e caravaneiros nos entrepostos.
Ana e Elizabete ajudavam nos bordados que Maria lhes ensinava.
Os enteados, Eleazar, Matias e Cleofas, também conhecido por Simão, filhos de José, jamais mostraram qualquer ressentimento ou queixas contra Maria aquela mulher heroica, que os amparava desde a meninice sob o afeto puro como mãe adotiva.

João o Evangelista, levou Maria mãe de JESUS para Éfeso, já bastante idosa, onde mais tarde desencarnou, depois de ter atendido a todas as criaturas, transmitindo os mais puros sentimentos de ternura e Amor em homenagem ao filho querido sucumbindo na cruz para libertar o ser humano dos laços do materialismo.
Em torno de Maria reuniam os seres humanos tristes, os desamparados e doentes ainda esperançosos da presença espiritual do Amado Mestre e da cura dos seus males.
Maria, boníssima e leal no seu Amor a JESUS, lamentava-se por vezes, pelo fato de não ter compreendido há mais tempo a sublime e heroica missão de seu filho.
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Pensamentos para Reflexão – Parte 1739

O médium, em verdade, também é uma personalidade destacada no tempo e no espaço, e não passa de criatura humana restrita ao campo de provas da Terra, que ainda é um planeta de ordem inferior.
Desde a infância ele se condiciona ao ambiente em que vive e é educado; sofre então a influência dos seus parentes, amigos, professores, filósofos, cientistas e líderes religiosos, com os quais mantém contato no seu roteiro educativo e que por isso é influenciado psicologicamente.
Durante a manifestação e o desenvolvimento da sua mediunidade, o médium fica sobre a influência dos seus companheiros espíritas, que o assistem e o orientam na caminhada vacilante para o seu ajuste sensato aos postulados do espiritismo.

O médium no intercâmbio mediúnico, ainda se vê envolvido à psicologia dos espíritos desencarnados com os quais se relaciona mais frequentemente e que, por isso, impõem a ele uma disciplina pessoal.
Consequentemente, o intelecto desenvolvido e vagaroso do médium intuitivo e as suas concepções amplas ou as premeditações acanhadas, sobre a vida imortal, há de envolvê-lo fortemente nas comunicações dos espíritos desencarnados, quer restringindo ou ampliando o curso das ideias projetadas do plano espiritual.
Não resta dúvida de que o médium consciente retrata a informação espiritual de acordo com a sua índole psicológica e sua bagagem intelectual o conteúdo do que lhe é comunicado do plano espiritual.
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Pensamentos para Reflexão – Parte 1738

Quando JESUS já tinha 10 anos, Maria já era responsável por uma família numerosa, pois além dos filhos sobreviventes do primeiro casamento de José com Debora, após JESUS nasceu Efrain, José, Elisabete, Andreia, Ana e Tiago.
A sua vida domestica entre os filhos se assemelhava à existência das demais mulheres hebreias da época, pertencentes a famílias poucos recursos.
Era costume às mulheres secarem o trigo e o centeio em esteiras expostas ao sol e depois levarem aos moinhos da redondeza, onde vendiam e assim aumentava a receita do lar.

A vida de Maria mãe de JESUS seguia seu curso com os filhos tanto quanto possível para a sustentação do seu lar, pois todos cooperavam na fabricação de doces, plantação modesta de legumes e hortaliças, na secagem do trigo, do centeio e do peixe e os serviços modestos da carpintaria, e assim tinham uma existência modesta.
Era uma vida árida e laboriosa de poucas compensações divertidas ou de descanso.

Em Nazaré onde Maria mãe de JESUS morava, o maior divertimento era cultivado num momento de alivio delicioso, junto do poço comum, que abastecia o lugarejo de água necessária a todos seus habitantes.
Depois da tarefa exaustiva do lar, o intercâmbio jovial e ruidoso em torno da fonte de água significava em descanso para o espírito atribulado.
A hora de buscar água constituía um encontro festivo entre as mulheres para a troca de notícias em comum, que iam desde as preocupações da criação dos filhos até há situações da vida alheia.
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Pensamentos para Reflexão – Parte 1737

O médium de transporte, ou médium motor e de translação, citado na terminologia de Allan Kardec, é mais um auxiliar dos espíritos desencarnados para o transporte de objetos, flores, joias, moedas, tecidos etc.
O médium de transporte aproxima-se a categoria dos de fenômenos físicos, pois ele sempre fornece um tanto de ectoplasma para os espíritos fazerem a desintegração dos objetos, que depois transportam apenas o seu molde etérico, devendo ser preenchidos novamente com a energia que depois o constitui na matéria.

A mediunidade intuitiva, cuja manifestação não pode ser analisada à luz dos sentidos físicos, é mais espiritual e menos fisiológica, pois permite ao ser humano abranger panoramicamente os fenômenos de que o seu espírito participa em todos os sentidos de vida física, mental e espiritual.
O médium ouve, sente ou recebe o pensamento dos desencarnados, mas o faz de modo consciente.
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Pensamentos para Reflexão – Parte 1736

A sublime beleza e do encanto do menino JESUS, os que o visitavam também sentiam uma doce sensação de paz e de alegria irradiada daquele berço pobre, comovendo-se até as lágrimas.
Sem dúvida, não eram emoções facilmente identificadas pelos sentidos físicos, mas percepções que tocavam o espírito e ali deixavam sua marca espiritual.
As criaturas simples, ingênuas e bondosas, corações famintos de Amor e repletos de fé, sentiram mais nitidamente a presença real do Messias.

Algumas mulheres muito sensíveis e com faculdade de vidência, descreviam a aura brilhante que se irradiava do berço do menino JESUS e iluminava os aposentos, móveis, objetos, aves e pessoas, tingindo-os de um rosa formoso e com reflexos dourados cintilando sobre um fundo de lilás claríssimo.
Elas, então se ajoelhavam com ternura e afeto amoroso, beijando as pequenas mãos do Sublime Anjo e o olhavam encantadas, como se ele fosse um príncipe recém-chegado de um país dos sonhos.
Algumas pessoas diziam sentir perfumes sutilíssimos, de terna suavidade; outras buscavam no ar à procura de identificar melodias, cânticos e preces comoventes que as emocionavam até as lágrimas e não sabiam explicar.
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